SEJAM BEM VINDOS!

SERÁ UM PRAZER ENORME PODER COMPARTILHAR UM POUCO DE MIM COM VOCÊS AMADOS COLEGAS ESTUDANTES,POIS EM NOSSA ÁREA SE QUIZER-MOS SER EXCELENTES PROFISSIONAIS, NÃO DEVEMOS DEIXAR NUNCA DE BUSCAR CONHECIMENTO E SEMPRE ESTAR ATUALIZADOS NO QUE HÁ DE MAIS MODERNO, ESPERO SINCERAMENTE PODER AJUDÁ-LOS,BOA SORTE EM SEUS ESTUDOS !!!

NANCY SOUZA

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

APARELHO DIGESTÓRIO


Em termos gerais, o sistema digestório corresponde a um conjunto de órgãos destinados
às transformações mecânicas e químicas dos alimentos, tornando-os absorvíveis pelas células
do epitélio intestinal (que compõe as microvilosidades).

PROCESSO MECÂNICO

Compreende a mastigação, a deglutição (ato de engolir) e os movimentos
peristálticos. Na mastigação o alimento é convenientemente fragmentado; essa fragmentação
aumenta a superfície das partículas alimentares ingeridas e, conseqüentemente, facilita a ação
enzimática. Após a deglutição do bolo alimentar, iniciam-se os movimentos peristálticos, graças à
ação da musculatura lisa e involuntária presente no esôfago e no intestino. Tais movimentos
possibilitam o fluxo unidirecional do alimento ao longo do tubo digestivo.

PROCESSO QUÍMICO

Envolve a participação de enzimas hidrolíticas, que se utilizam da água para promover a
transformação das grandes moléculas em outras menores, que possam ser absorvidas pela
cavidade digestiva e penetrar na corrente sanguínea.
Cada enzima obedece a uma especificidade, a qual só é capaz de transformar
determinado alimento. Por exemplo: a enzima que decompõe o amido não age sobre a proteína;
a que decompõe as gorduras não decompõe o amido.
Importante:
Nos alimentos existem também substâncias que nenhuma enzima presente no organismo
humano é capaz de digerir. A principal delas é a celulose, que forma a parede das células
vegetais.
Pense no feijão e na água. O amido do feijão será
transformado em açúcar e aproveitados pelas células; a casca
não será decomposta, sendo eliminada pelas fezes.
Com a água acontece um fenômeno semelhante, onde
boa quantidade será absorvida outra será eliminada
posteriormente através das fezes, urina, do suor e durante a
respiração na forma de vapor.


OBSERVAÇÃO: CERTAS
SUBSTÂNCIAS COMO A ÁGUA,
ÁLCOOL, AS VITAMINAS E OS
SAIS MINERAIS NÃO SOFREM
HIDRÓLISE, PORQUE SUAS
MOLÉCULAS SÃO
SUFICIENTEMENTE
PEQUENAS PARA SEREM
ABSORVIDAS PELO
ORGANISMO SEM AÇÃO
ENZIMÁTICA (enzimas:
responsáveis pela decomposição
alimentar).


TUBO DIGESTÓRIO

Boca, faringe, esôfago, estomago, intestino delgado, intestino grosso, ânus são os órgãos
que constituem o tubo digestivo. Associado à estes, apresentam-se ainda as seguintes glândulas
anexas: glândulas salivares, fígado (vesícula biliar) e pâncreas.

DIGESTÃO NA BOCA

É a primeira porção do tubo digestório, é o órgão sede da mastigação e insalivação. É a
abertura pela qual o alimento entra no tubo digestivo é a boca. Nela encontram-se os dentes e a
língua, que preparam o alimento para a digestão, por meio da mastigação. Os dentes reduzem os
alimentos em pequenos pedaços, misturando-os à saliva, o que irá facilitar a futura ação das
enzimas.
ApresentaApresenta como órgãos anexos e importantes no mecanismo digestivo: língua, os dentes e
as glândulas salivares. Parótidas: situadas ao lado dos ouvidos, produz 25% do total de saliva.
Submandibulares: localizadas na base posterior da mandíbula. Secretam cerca de 70% do
conteúdo salivar. E as Sublinguais: situadas embaixo da língua. São as menores e perfazem 5%
do produto salivar.
Constituída 95% de água, destaca a enzima ptialina ou amilase salivar, que atua no
desdobramento do amido. Esta atua sobre um PH (potencial hidrogeniônico) ideal em torno de
7,0 (neutro).

Os Dentes merecem atenção especial quando se fala em digestão na boca. São
responsáveis por cortar e triturar os alimentos. Em cada arcada de um adulto temos 16 dentes,
que obedecem a ordem acima descrita.
Os dentes são estruturas duras, calcificadas, presas ao maxilar superior e mandíbula, cuja
atividade principal é a mastigação. Estão implicados, de forma direta, na articulação das
linguagens. Os nervos sensitivos e os vasos sanguíneos do centro de qualquer dente estão
protegidos por várias camadas de tecido. A mais externa, o esmalte, é a substância mais dura.
Sob o esmalte, circulando a polpa, da coroa até a raiz, está situada uma camada de substância
óssea chamada dentina. A cavidade pulpar é ocupada pela polpa dental, um tecido conjuntivo
frouxo, ricamente vascularizado e inervado. Um tecido duro chamado cemento separa a raiz do
ligamento peridental, que prende a raiz e liga o dente à gengiva e à mandíbula, na estrutura e
composição química assemelha-se ao osso; dispõe-se como uma fina camada sobre as raízes
dos dentes. Através de um orifício aberto na extremidade da raiz, penetram vasos sanguíneos,
nervos e tecido conjuntivo.


FARINGE E ESÔFAGO

A faringe, situada no final da cavidade
bucal, é um canal comum aos sistemas digestório
e respiratório: por ela passam o alimento, que se
dirige ao esôfago, e o ar, que se dirige à laringe.
O esôfago, canal que liga a faringe ao estômago,
localiza-se entre os pulmões, atrás do coração, e
atravessa o músculo diafragma, que separa o
tórax do abdômen. O bolo alimentar leva de 5 a
10 segundos para percorre-lo.

DIGESTÃO NO ESTÔMAGO

O estomago apresenta duas válvulas (cárdia/acima e pilórica/abaixo) intermediando o
órgão que produz o suco gástrico pela mucosa gástrica. Este suco tem caráter ácido e incolor;
sua produção diária situa-se em 2 litros. Possui como componente digestivo principal: enzimas
(pepsina, que degrada proteína) e ácido clorídrico – HCl, com PH em torno de 2,0.
Função do HCl:
· Seu PH – 2,0 torna-se ideal para a atuação da pepsina.
· Ação anti-séptica, matando ou inibindo microrganismos.
· Regula a abertura e fechamento da válvula pilórica.
· Estimula a secreção do suco pancreático.

Segmento superior: é o mais volumoso, chamado "porção vertical". Este compreende, por sua
vez, duas partes superpostas; a grande tuberosidade, no alto, e o corpo do estômago, abaixo,
que termina pela pequena tuberosidade.
Segmento inferior: é denominado "porção horizontal", está separado do duodeno pelo piloro,
que é um esfíncter. A borda direita, côncava, é chamada pequena curvatura; a borda esquerda,
convexa, é dita grande curvatura. O orifício esofagiano do estômago é a cárdia.
As túnicas do estômago: o estômago compõe-se de quatro túnicas; serosa (o peritônio),
muscular (muito desenvolvida), submucosa (tecido conjuntivo) e mucosa (que secreta o suco
gástrico). Quando está cheio de alimento, o estômago torna-se ovóide ou arredondado. O
estômago tem movimentos peristálticos que asseguram sua homogeneização.


DIGESTÃO NO INTESTINO DELGADO




Vulgarmente chamado de “tripa fina”, mede cerca de 7m.
Começa na válvula pilórica como nome de DUODENO, e termina na
válvula ILEOCECAL. Subdivide-se em três partes: duodeno, jejuno
e íleo. [duodeno (cerca de 25 cm), jejuno (cerca de 5 m) e íleo
(cerca de 1,5 cm)].
A porção superior ou duodeno tem a forma de ferradura e
compreende o piloro, esfíncter muscular da parte inferior do
estômago pela qual este esvazia seu conteúdo no intestino. A
digestão do quimo ocorre predominantemente no duodeno e nas
primeiras porções do jejuno. No duodeno atua também o suco
pancreático, produzido pelo pâncreas, que contêm diversas enzimas digestivas. Outra secreção
que atua no duodeno é a bile, produzida no fígado e armazenada na vesícula biliar. O pH da bile
oscila entre 8,0 e 8,5. Os sais biliares têm ação detergente, emulsificando ou emulsionando as
gorduras (fragmentando suas gotas em milhares de microgotículas).
Sua função principal é absorção dos nutrientes alimentares que se dá pela verdadeira
decomposição alimentar, onde os alimentos são quebrados pelo suco biliar (fígado), suco
pancreático e suco entérico (mucosa intestinal).
Suco biliar: Também conhecido como bílis, é produzida pelo fígado e armazenado na
vesícula biliar, sendo liberado para o duodeno através do canal colédoco. Este suco não contém
enzimas, e sim sais biliares com função de emulsionar* os lipídios facilitando a ação das lípases
pancreáticas; e de tornar solúvel os produtos da digestão lipídica. O fígado é a maior glândula do
corpo, localizado a direita logo abaixo do diafragma.
Suco pancreático: Localiza-se mais a esquerda logo abaixo da grande curvatura do
estomago. Produz um suco semelhante a saliva, com reação básica, PH em torno de 9,0. O
pâncreas é considerado um órgão misto do sist. Digestivo e sist. Endócrino; pois produz enzimas
digestivas como: lipases pancreáticas (decompõe a gordura), tripsina (decompõem as proteínas)
amilases (decompõem amido);além de produzir
hormônios como a INSULINA, que é lançada
diretamente no sangue para regular a quantidade de
glicose.
Suco entérico: Produzido na mucosa intestinal com
PH ao redor de 7,0. suas enzimas são responsáveis
por quebrar os fragmentos em partículas ainda
menores para serem absorvidas pelas vilosidades.
VILOSIDADES ou VILOS são dobras ao longo do
intestino delgado que aumentam a superfície de
absorção dos nutrientes. Cada célula do epitélio
intestinal apresenta inúmeras projeções da parede
chamadas MICROVILOSIDADES.


FUNÇÃO DO INTESTINO GROSSO



É o local de absorção de água, tanto a ingerida quanto a das secreções digestivas. Uma
pessoa bebe cerca de 1,5 litros de líquidos por dia, que se une a 8 ou 9 litros de água das
secreções. Glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes,
facilitando seu trânsito e eliminação pelo ânus.
Mede cerca de 1,5 m de comprimento e divide-se em ceco, cólon ascendente, cólon
transverso, cólon descendente, cólon sigmóide e reto; inicia na válvula ileocecal e termina no
esfíncter anal. A saída do reto chama-se ânus e é fechada por um músculo que o rodeia, o
esfíncter anal.
Numerosas bactérias vivem em mutualismo no intestino grosso. Seu trabalho consiste em
dissolver os restos alimentícios não assimiláveis, reforçar o movimento intestinal e proteger o
organismo contra bactérias estranhas, geradoras de enfermidades.
As fibras vegetais, principalmente a celulose, não são digeridas nem absorvidas,
contribuindo com porcentagem significativa da massa fecal. Como retêm água, sua presença
torna as fezes macias e fáceis de serem eliminadas.

O intestino grosso não possui vilosidades nem secreta sucos digestivos, normalmente só
absorve água, em quantidade bastante consideráveis. Como o intestino grosso absorve muita
água, o conteúdo intestinal se condensa até formar detritos inúteis, que são evacuados.

TRABALHO DE ABSORÇÃO

No jejuno e íleo, as substancias alimentares digeridas são absorvidas, isto é, penetram na
mucosa intestinal através das vilosidades, estas possuem uma grande quantidade de vasos
capilares, que conduz os nutrientes a todas as partes do organismo.













RADIOGRAFIA DE ABDOME


As radiografias mais comuns são as chamadas AP de abdome em decúbito dorsal, ou
também chamada: radiografia simples de abdome. São usadas em certas situações agudas ou
de emergência do abdome a fim de descartar determinadas patologias; tais como obstrução
intestinal, perfuração com a presença de ar intraperitonial livre (ar fora do trato digestivo), líquido
excessivo no abdome ou uma possível massa intra-abdominal.
Essas condições agudas exigem o que é comumente denominada “rotina para abdome
agudo”, na qual são feitas radiografias em posições diferentes para mostrar níveis hidroaéreos e/
ou ar livre na cavidade abdominal. Essas radiografias de abdome exigem conhecimento da
anatomia e das relações de órgãos e estruturas na cavidade abdominal.

QUADRANTES ABDOMINAIS

Trata-se de planos perpendiculares imaginários (em ângulos retos) que atravessam o
abdome no umbigo (formando uma cruz cujo centro é no umbigo), localizado entre L4 e L5 na
maioria das pessoas; dividindo o abdome em quatro quadrantes:

1- Quadrante superior direito. (QSD)
2- Quadrante superior esquerdo. (QSE)
3- Quadrante inferior direito. (QID)
4- Quadrante inferior esquerdo. (QIE)
Este sistema é usado freqüentemente para a
localização radiográfica de um órgão específico, ou
para descrever a localização de dor abdominal ou de
outros sintomas.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

CÂNCER DE MAMA





Como são as mamas:
As mamas (ou seios) são glândulas e sua função principal é a produção de
 leite. Elas são compostas de lobos que se dividem em porções menores,
 os lóbulos, e ductos, que conduzem o leite produzido para fora pelo 
mamilo. Como todos os outros órgãos do corpo humano, também se 
encontram nas mamas vasos sanguíneos, que irrigam a mama de sangue, 
e os vasos linfáticos, por onde circula a linfa. A linfa é um líquido claro 
que tem uma função semelhante ao sangue de carregar nutrientes para
 as diversas partes do corpo e recolher as substâncias indesejáveis. 
Os vasos linfáticos se agrupam no que chamamos de gânglios linfáticos,
 ou ínguas. Os vasos linfáticos das mamas drenam para gânglios nas
 axilas (em baixo dos braços) na região do pescoço e no tórax.

Os tipos de câncer de mama:
O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a 
se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria 
dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas. Por 
isso, o câncer de mama mais comum se chama Carcinoma Ductal. Ele
 pode ser in situ, quando não passa das primeiras camadas de célula 
destes ductos, ou invasor, quando invade os tecidos em volta. Os 
cânceres que começam nos lóbulos da mama são chamados de 
Carcinoma Lobular e são menos comuns que o primeiro.
 Este tipo de câncer muito freqüentemente acomete as duas mamas. 
O Carcinoma Inflamatório de mama é um câncer mais raro e 
normalmente se apresenta de forma agressiva, comprometendo 
toda a mama, deixando-a vermelha, inchada e quente.

O câncer de mama, como muitos dos cânceres, tem fatores de 
risco conhecidos. Alguns destes fatores são modificáveis, ou seja, 
pode-se alterar a exposição que uma pessoa tem a este 
determinado fator, diminuindo a sua chance de desenvolver este câncer.
Existem também os fatores de proteção. Estes são fatores que, se a 
pessoa está exposta, a sua chance de desenvolver este câncer é menor.
Os fatores conhecidos de risco e proteção do câncer de mama são os seguintes:
Idade:
O câncer de mama é mais comum em mulheres acima de 50 anos.
 Quanto maior a idade maior a chance de ter este câncer. Mulheres 
com menos de 20 anos raramente têm este tipo de câncer.
Exposição excessiva a hormônios:
Terapia de reposição hormonal (hormônios usados para combater
 os sintomas da menopausa) que contenham os hormônios femininos
 estrogênio e progesterona aumentam o risco de câncer de mama. 
Não tomar ou parar de tomar estes hormônios é uma decisão que 
a mulher deve tomar com o seu médico, pesando os riscos e 
benefícios desta medicação.

Anticoncepcional oral (pílula) tomado por muitos anos também 
pode aumentar este risco.

Retirar os ovários cirurgicamente diminui o risco de desenvolver
 o câncer de mama porque diminui a produção de estrogênio 
(menopausa cirúrgica).

Algumas medicações "bloqueiam" a ação do estrogênio 
e são usadas em algumas mulheres que tem um risco muito 
aumentado de desenvolver este tipo de câncer. Usar estas
 medicações (como o Tamoxifen) é uma decisão tomada junto 
com o médico avaliando os risco e benefícios destas medicações.

Radiação:
Faz parte do tratamento de algumas doenças irradiar a região 
do tórax. Antigamente muitas doenças benignas se tratavam 
com irradiação. Hoje, este procedimento é praticamente restrito
 ao tratamento de tumores. Pessoas que necessitaram irradiar 
a região do tórax ou das mamas têm um maior risco de 
desenvolver câncer de mama.

Dieta:
Ingerir bebida alcoólica em excesso está associado a um 
discreto aumento de desenvolver câncer de mama. A associação 
com a bebida de álcool é proporcional ao que se ingere, ou seja, 
quanto mais se bebe maior o risco de ter este câncer. Tomar 
menos de uma dose de bebida alcoólica por dia ajuda a 
prevenir este tipo de câncer (um cálice de vinho, uma garrafa pequena 
de cerveja ou uma dose de uísque são exemplos de uma dose de 
bebida alcoólica).Se beber, portanto, tomar menos que uma dose 
por dia.

Mulheres obesas têm mais chance de desenvolver câncer
 de mama, principalmente quando este aumento de peso se 
dá após a menopausa ou após os 60 anos. Manter-se dentro 
do peso ideal (veja o cálculo de IMC neste site), principalmente 
após a menopausa diminui o risco deste tipo de câncer.

Seguir uma dieta saudável, rica em alimentos de origem 
vegetal com frutas, verduras e legumes e pobre em gordura 
animal pode diminuir o risco de ter este tipo de câncer. Apesar 
dos estudos não serem completamente conclusivos sobre este
 fator de proteção, aderir a um estilo de vida saudável, que inclui 
este tipo de alimentação, diminui o risco de muitos cânceres, 
inclusive o câncer de mama (veja Dieta do Mediterrâneo neste site).

Exercício físico:
Exercício físico normalmente diminui a quantidade de hormônio
 feminino circulante. Como este tipo de tumor está associado a 
esse hormônio, fazer exercício regularmente diminui o risco de
 ter câncer de mama, principalmente em mulheres que fazem 
ou fizeram exercício regular quando jovens.

História ginecológica:
Não ter filhos ou engravidar pela primeira vez tarde
 (após os 35 anos) é fator de risco para o câncer de mama.

Menstruar muito cedo (com 11 anos, ou antes) ou parar de,
 menstruar muito tarde expõe a mulher mais tempo aos hormônios
 femininos e por isso aumenta o risco deste câncer.
Amamentar, principalmente por um tempo longo, um ano ou mais
somado todos os períodos de amamentação, pode diminuir o risco
 do câncer de mama

História familiar:
Mulheres que tem parentes de primeiro grau, mães, irmãs ou
 filhas, com câncer de mama, principalmente se elas tiverem 
este câncer antes da menopausa, são grupo de risco para desenvolver este câncer.

Apesar de raro, homens também podem ter câncer de mama 
e ter um parente de primeiro grau, como o pai, com este 
diagnóstico também eleva o risco familiar para o câncer de mama.

Pessoas deste grupo de risco devem se aconselhar com o seu 
médico para definir a necessidade de fazer exames para
 identificar genes que possam estar presentes nestas famílias. 
Se detectado um maior risco genético, o médico pode propor
 algumas medidas para diminuir estes riscos. Algumas medidas
 podem ser bem radicais ou ter efeitos colaterais importantes. 
Retirar as mamas e tomar Tamoxifen são exemplos destas medidas.
 A indicação destes procedimentos e a discussão dos prós e 
contras é individual e deve ser tomada junto com um médico muito 
experiente nestes casos.

Alterações nas mamas:
Ter tido um câncer de mama prévio é um dos maiores fatores 
de risco para este tipo de câncer. Manter-se dentro do peso ideal, 
fazer exercício físico, seguir corretamente as recomendações do 
seu médico e fazer os exames de revisão anuais são medidas 
importantes para diminuir a volta do tumor ou ter um segundo
 tumor de mama.

Ter feito biópsias mesmo que para condições benignas está 
associado a um maior risco de ter câncer de mama.

Mamas densas na mamografia está associado a um maior risco
 para este tumor. É muito importante que a mamografia seja feita 
em um serviço qualificado e que o exame seja comparado com
 exames anteriores (leia mais sobre Detecção Precoce do Câncer
 de Mama neste site).

Sintomas do câncer de mama:
O câncer de mama normalmente não dói. A mulher pode sentir um 
nódulo (ou caroço) que anteriormente ela não sentia. Isso deve fazer ela 
procurar o seu médico. O médico vai palpar as mamas, as axilas e a 
região do pescoço e clavículas e se sentir um nódulo na mama pedirá
 uma mamografia.
A mulher também pode notar uma deformidade na suas mamas, ou 
as mamas podem estar assimétricas. Ou ainda pode notar uma retração 
na pele ou um líquido sanguinolento saindo pelo mamilo. Nos casos 
mais adiantados pode aparecer uma "ferida" (ulceração) na pele com 
odor muito desagradável.
No caso de carcinoma inflamatório a mama pode aumentar rapidamente
 de volume, ficando quente e vermelha.
Na maioria dos casos, a mulher é a responsável pela primeira 
suspeita de um câncer. É fundamental que ela conheça as suas mamas 
e saiba quando alguma coisa anormal está acontecendo. As mamas se 
modificam ao longo do ciclo menstrual e ao longo da vida. Porém, alterações ,
agudas e sintomas como os relacionados acima devem fazer a mulher 
procurar o seu médico rapidamente. Só ele pode dizer se estas alterações 
podem ou não ser um câncer.

Como se faz o diagnóstico de câncer de mama:
A mamografia é um Rx das mamas. Este exame também é feito para 
detecção precoce do câncer quando a mulher faz o exame mesmo 
sem ter nenhum sintoma (leia mais sobre Detecção Precoce do 
Câncer de Mama neste site). Caso a mama seja muito densa, 
o médico também vai pedir uma ecografia das mamas.
Se a mamografia mostra uma lesão suspeita, o médico indicará 
uma biópsia que pode ser feita por agulha fina ou por agulha grossa. 
Geralmente, esta biópsia é feita com a ajuda de uma ecografia para 
localizar bem o nódulo que será coletado o material, se o nódulo
 não for facilmente palpável. Após a coleta, o material é examinado 
por um patologista (exame anátomo-patológico) que definirá se esta 
lesão pode ser um câncer ou não.
Tratamento para o câncer de mama:
Existem vários tipos de tratamento para o câncer de mama. São vários
 os fatores que definem o que é mais adequado em cada caso. Antes da 
decisão de que tipo de tratamento é mais adequado o médico analisa 
o resultado do exame anátomo-patológico da biópsia ou da cirurgia se 
esta já tiver sido feita. Além disso, o médico pede exames de laboratório e
 de imagem para definir qual a extensão do tumor e se ele saiu da mama 
e se alojou em outras partes do corpo.
Se o tumor for pequeno, o primeiro procedimento é uma cirurgia 
onde se tira o tumor. Dependendo do tamanho da mama, da localização
 do tumor e do possível resultado estético da cirurgia, o cirurgião retira só 
o nódulo, uma parte da mama (geralmente um quarto da mama 
ou setorectomia) ou retira a mama inteira (mastectomia) e os gânglios axilares.
As características do tumor retirado e a extensão da cirurgia definem se a 
mulher necessitará de mais algum tratamento complementar ou não. 
Geralmente, se a mama não foi toda retirada, ela é encaminhada para radioterapia.
Dependendo do estadiamento, ou seja, quão avançada está a doença
 (tamanho, número de nódulos axilares comprometidos e envolvimento de 
outras áreas do corpo), também será indicada quimioterapia ou
 hormonioterapia. Radioterapia é o tratamento que se faz aplicando raios 
para eliminar qualquer célula que tenha sobrado no local da cirurgia 
que por ser tão pequena não foi localizada pelo cirurgião nem pelo patologista.
 Este tratamento é feito numa máquina e a duração e intensidade
 dependem das características do tumor e da paciente.
Quimioterapia é o uso de medicamentos, geralmente intravenosos, 
que matam células malignas circulantes. O tipo de quimioterápico
 utilizado depende se a mulher já está na menopausa e a 
extensão da sua doença. Hormonioterapia é o uso de medicações 
que bloqueiam a ação dos hormônios que aumentam o risco de 
desenvolver este tipo de câncer. Este tratamento é dado para aquelas
 pacientes em que o tumor mostrou ter estes receptores positivos
 (receptor de estrogênio e receptor de progesterona).
Detecção precoce do câncer de mama:
O exame de palpação realizado pelo médico e a mamografia são 
os exames realizados para uma detecção precoce desse tipo de câncer.











Como o médico faz esse exame?
O exame mais fácil de se realizar para se detectar uma alteração
 da mama é o exame de palpação. Neste exame o médico palpa toda
 a mama, a região da axila e a parte superior do tronco em busca de 
algum nódulo ou alteração da pele, como retração ou endurecimento,
 e de alguma alteração no mamilo.
A mamografia é um Raio X das mamas e das porções das axilas 
mais próximas das mamas. Nesse exame, o radiologista 
procura imagens sugestivas de alterações do tecido mamário e 
dos gânglios da axila. A ecografia das mamas pode auxiliar o 
radiologista a definir que tipo de alterações são essas.
Esses exames, quando realizados anualmente ou mais 
freqüentemente, dependendo da história individual da paciente
 (presença de fatores de risco ou história de tumores e biópsias 
prévias), pode diminuir a mortalidade por esse tipo de tumor, 
quando realizados entre os 50 e os 69 anos.
Porém, este tipo de tumor tem características diferentes para
populações diferentes. Isto altera o quanto a mamografia é eficaz 
em diminuir a mortalidade por este tipo de tumor.
Realizar esses exames entre os 40 e os 49 anos pode diminuir 
a mortalidade por este tipo de tumor, mas o efeito dessa 
diminuição só se dará quando essas mulheres tiverem mais de 50 anos.
fonte: ABC DA SAÚDE

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

FLUOROSCOPIA



O exame de fluoroscopia também utiliza a tecnologia de raios x. Podemos dizer que o exame de raios x é a aquisição de imagens simples, como uma fotografia, ao passo que a Fluoroscopia exibe uma seqüência de várias imagens simples, como um filme. O exame de fluoroscopia pode ser executado com ou sem o uso de contraste. Os contrastes são usados para visualizar espaços ocos ou vasos, como, por exemplo, exames do abdômen, intestinos, articulações ou para a exibição de veias. O radiologista pode acompanhar a trajetória do contraste nos órgãos. A fluoroscopia sem contraste geralmente é usada como diagnóstico de apoio para a radiografia convencional, por exemplo no exame dos pulmões.

domingo, 14 de novembro de 2010

BIOMÉDICOS X TECNÓLOGOS E TÉCNICOS EM RADIOLOGIA MÉDICA

Para CONTER, acordo com Biomédicos é retrocesso

O Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) considera um retrocesso incalculável o acordo firmado entre o Conselho Regional de Técnicos em Radiologia da 5ª região – São Paulo e o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). O acordo abstém a aplicação de autuações e/ou multas aos médicos, clínicas e hospitais que empregam o profissional biomédico para o exercício das atividades das técnicas radiológicas.


Segundo a presidente do CONTER, Valdelice Teodoro, a entidade solicita esclarecimento ao regional, pois “acredita que a decisão trará prejuízo aos setenta e três mil profissionais legalmente habilitados para o exercício da profissão”.

O CONTER aguarda decisão da justiça em outras ações sobre a atuação dos biomédicos nas técnicas radiológicas. Para o CONTER, os Conselhos Regionais devem continuar coibindo a pratica ilegal, denunciando ao Ministério Público quem estiver exercendo a profissão de tecnólogo/técnico em radiologia sem formação específica e sem inscrição nos respectivos Conselhos de radiologia.


ENTENDA O CASO - A polêmica vem se arrastando há dez anos, quando o biomédico começou a adentrar à área da radiologia, alegando amparo na lei que regulamentou sua profissão, e baixando resoluções normatizando tais atribuições.


Para o Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER), determinar através de uma resolução que o biomédico pode atuar em todas as áreas da radiologia, é simplesmente atropelar uma outra profissão devidamente regulamentada a 25 anos, para este fim.


O conteúdo programático do curso de biomedicina aprovado pelo MEC, é voltada para atuação em laboratórios de análises clínicas e radiológicas; e pesquisas, diferentemente da formação dos profissionais em Radiologia, que tem formação de, no mínimo, 1.200 horas para técnicos e 2.400 horas para tecnólogos, além de estágios, especificamente aplicadas à tecnologia radiológica.


O profissional que atua na área da radiologia possui também formação em proteção radiológica objetivando resguardar a saúde de uma forma ampla na preservando a sociedade dos malefícios causados pela empregabilidade indevida e desnecessária das radiações ionizantes.
Fonte:www.Conter.com.br

ORAÇÃO DO TÉCNICO OU TECNÓLOGO EM RADIOLOGIA MÉDICA



Raio nosso que estás na ampola
Não prejudicas minha saúde
Venha a nós com pouca radiação
Seja feita uma imagem
Assim na Ressonância como na Tomografia
O raio-x de cada dia
Aumentarás o nosso abono
Perdoe por eu não usar o dosímetro
Assim como nós perdoamos os plantões d fim de semana
Não nos deixais cair em tentação
Livrais-nos das infecções hospitalares. AMEM!!!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

TÉCNICAS DE POSICIONAMENTO PARA MAMOGRAFIAS

Os critérios para uma projeção lateral ideal mostram claramente:
1 Os critérios comuns para a avaliação da  qualidade da imagem são:
 posicionamento correto do dispositivo de exposição automática;
• exposição correta;
• compressão apropriada;
 tecido mamário estendido.
• Ausência de:
dobras na pele;
anatomia sobreposta (ombros, tecido mamário);
movimento;
artefatos pré e pós processamento.
• Demonstração de:
informações exatas do paciente e marcador;técnica de processamento adequada;
imagens simétricas;qualidade de imagem ideal. ideal.

       PRO J E Ç Ã O  CR A N I O   C AU D A L
A pr                       A projeção craniocaudal (CC) deve mostrar o máximo possível das partes medial
                 e lateral da mama. Uma projeção CC, corre t a m e n t e realizada, mostra o
            músculo peitoral na borda posterior da mama, indicando que esta foi posicionada
           o mais para a frente possível. Isso pode ser realizado em aproximadamente
          50% das imagens CC.











  Os critérios para uma projeção craniocaudal ideal mostram claramente:
1 a maioria do tecido mamário, incluindo a borda medial do seio;
o máximo possível do aspecto lateral do seio;
3 o tecido gorduroso retroglandular perto do músculo peitoral;
o músculo peitoral na borda posterior do seio;
5 o perfil do mamilo fora do tecido mamário.



PROJ EÇÃO  MÉDIO LAT E R A L  OBLÍQUA







Os critérios para uma projeção médio lateral oblíqua ideal mostram claramente:
 1 todo o tecido mamário estendido, permitindo maior visualização da mama;                                
 2 o músculo peitoral em linha média com o mamilo;
 3 o perfil do mamilo fora do tecido mamário;
 4 a prega infra-mamária .



PRO J E Ç Ã O   LAT E R A L
(M É D I O LAT E R AL/L Á T E RO-M E D I A L)
A projeção lateral (ML/LM) é realizada como uma visualização adicional a fim de localizar a posição exata de uma lesão.Ambas as projeções médio lateral e látero -medial mostram menos tecido mamário e músculo peitoral do que a projeção médio lateral oblíqua.








tecido mamário maximizado;
2 demonstração do músculo peitoral;
3 a prega infra-mamária.

PRO J E Ç Ã O  CR A N I O C AU D A L  ES T E N D I D A
( V I S UA L I ZA Ç Ã O     C L E Ó PAT R A )
Esta projeção mostra a parte mais lateral do tecido mamário, incluindo a cauda axilar.
Uma lesão na parte externa mais alta da mama pode ser vista com esta projeção.








Os critérios para uma projeção craniocaudal estendida ideal mostram claramente :
a anatomia mamária mais lateral, incluindo a cauda axilar.


MAG N I F I C A Ç Ã O
As visualizações magnificadas são realizadas a fim de obter mais detalhes de uma lesão.
Um dispositivo pequeno e especial é usado para conseguir melhor compressão na áreade interesse. As visualizações magnificadas são realizadas em duas projeções.


Visualização magnificada CC 
 Visualização magnificada MLO